Em média, borboletas vivem de duas a quatro semanas mas isso pode variar conforme a espécie – em torno de 160 mil. Na verdade apenas algumas mariposas, que são parentes das borboletas, que vivem 24 horas ou menos. Elas se acasalam com os machos, põem os ovos e morrem.
Talvez isto pareça um tanto triste... Viver apenas um dia, entretanto deveríamos tomar isto como filosofia de vida. Se soubéssemos que teríamos apena um dia de vida com toda certeza iriamos nos dedicar ao máximo para sermos felizes neste único dia. "Ser feliz hoje!"
Por: Eliza Sena.
fonte - Veja aqui!
Bioblogueiras
terça-feira, 10 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
De onde vêm os bebês?
Todo pai e mãe já devem ter escutado essa pergunta com um pouco de medo de respondê-la! Fico me perguntando qual seria a expressão da criança se disséssemos a ela da maneira mais cientificamente compreendida até agora. Com certeza, ela iria pedir para repetirmos a história umas bilhões de vezes..
Veja como é lindo o desenvolvimento e a formação do feto:
http://www.youtube.com/watch?v=H8zoezaFyqc
Por: Mirelly Tavares ;)
Veja como é lindo o desenvolvimento e a formação do feto:
http://www.youtube.com/watch?v=H8zoezaFyqc
Por: Mirelly Tavares ;)
Verdadeiros “homens-bomba”: formigas que explodem diante do perigo
Verdadeiras guerreiras! Essas formigas dão uma lição de união e zelo a sua colônia, muito lindo!
O ato é sua última estratégia de defesa, pois a explosão arrebenta também seus órgãos internos, o que faz com que esta seja a última batalha de suas vidas. Por isso, antes de acionar a bomba elas resistem numa luta fervorosa, e só explodem quando percebem que vão perder a batalha!
No mundo dos insetos pode-se esperar de tudo. As formigas que normalmente conhecemos são capazes de unir forças e encarar o perigo com uma boa guerra de mordidas com suas poderosas mandíbulas. Mas as formigas-soldado da espécie Camponotus saundersi são diferentes. Elas são capazes de se tornarem formigas-bombas para proteger suas colônias.
Conhecidas como “formigas-kamikaze”, “formigas-bomba” ou “formigas-explosivas-da-Malásia”, estes pequenos insetos possuem um conjunto especial de músculos localizados acima de suas mandíbulas que se estendem por quase todo o comprimento do corpo e estão ligados a glândulas cheias de veneno. Ao sinal de uma situação realmente perigosa para o formigueiro ou que coloque em risco a integridade da sua rainha, a alternativa é usar o que elas têm de mais poderoso. Violentamente, elas contraem esta musculatura com tanta força que causa um rompimento das bolsas de veneno, causando uma explosão ácida, geralmente tóxica para o inimigo.
FONTE: Wilf Facts e ListVerse
A rã que gera os filhotes no estômago!
Se você acha que isso é impossível, a pequena Rã-de-ninhada-gástrica mostra que concebe seus filhotes de forma bem inusitada. Isso que é mãe autentica!

Uma pequena rã do leste da Austrália tinha uma gestação um tanto estranha. Conhecida como Rã-de-ninhada-gástrica, as duas únicas espécies do gênero Rheobatrachus (R. silus eR. vitellinus) em época de reprodução tinha um cuidado parental bastante diferente.
Uma pequena rã do leste da Austrália tinha uma gestação um tanto estranha. Conhecida como Rã-de-ninhada-gástrica, as duas únicas espécies do gênero Rheobatrachus (R. silus eR. vitellinus) em época de reprodução tinha um cuidado parental bastante diferente.
As fêmeas colocavam ao todo cerca de 40 ovos, após a fertilização externa pelos machos, elas levavam os ovos para a boca e os engolia. Os primeiros ovos engolidos eram digeridos, mas o organismo do anfíbio cuidava para que o estômago interrompa a produção de suco gástrico, através de uma substância chamada prostaglandina E 2 (PGE 2) presente em um tipo de geleia que envolvia os ovos. Os últimos ovos ficavam alojados no estômago e somente a metade deles conseguia sobreviver a este processo.
Dentro do estômago e protegidos do suco gástrico os ovos iniciavam seu desenvolvimento, a quantidade de vitelo era muito maior do que a encontrada em outros anfíbios. Durante pelo menos seis semanas as jovens rãs eram “geradas” no estômago da mãe. O estômago crescia tanto que pressionava os pulmões e no final do processo, a respiração ficava sendo exclusivamente cutânea. O nascimento era através de regurgitação. Em situação normal, durante uma semana a mãe ia regurgitando aos poucos os filhotes. Mas se molestada, a mãe podia regurgitar todas as rãs jovens em um único vômito para facilitar a fuga.
Infelizmente, todo este texto foi conjugado no passado, pois essas pequenas rãs foram consideradas extintas e não são vistas a mais de 20 anos. Mas, não será nenhuma surpresa se estas pequenas criaturas estiverem superado as adversidades e que voltem a aparecer novamente.
Fonte: Eol – Encyclopedia of Life
A influência do acompanhamento materno na vida de filhotes de chimpanzés.
A importância do acompanhamento
materno, principalmente nos primeiros anos de vida de seus filhos não é algo
restrito à nós humanos. A convivência e os ensinamentos transmitidos pelas mães
apresentam resultados bem perceptíveis na vida dos filhos. Recentemente, foi
desenvolvida uma pesquisa com dois grupos de filhotes de chimpanzés. O primeiro
grupo, com chimpanzés que receberam um acompanhamento materno, e o segundo, com
chimpanzés órfãos. Os resultados da pesquisa foram observados na interação dos
chimpanzés com o bando. Os animais que tinham a mãe por perto interagiam bem
mais com o grupo, e além de uma maior interação, as brincadeiras eram saudáveis
e não violentas. Já os animais órfãos apresentaram uma menor interação e também
comportamentos violentos no grupo. De acordo com os cientistas que
desenvolveram a pesquisa publicada na revista científica "Cognição
Animal", aparentemente, as chimpanzés fêmeas ensinam aos seus filhos
habilidades sociais importantes para a vida em grupo. Assim como em seres
humanos, as mães dos chimpanzés parecem ter papel importante no desenvolvimento
da sociabilização adequada para seus filhos.
Para mais informações sobre a
pesquisa, acesse o link: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/09/sociabilizacao-de-chimpanzes-orfaos-e-mais-dificil-e-agressiva-diz-estudo.html
Por: Lídia Aguiar.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Porque os lobos uivam? Cientistas dizem que é o amor..
Ahh, sempre rola um antropomorfismo quando se trata de dar significados a comportamentos animais. Mas convenhamos que esse significado tem muito sentido*-*.
O predador mais feroz na floresta, desprezado por
pecuaristas e temido pelos seres humanos e quase todos os outros animais, tem
um lado carinhoso. Cientistas na Áustria descobriram que quando os lobos uivam
após ser separado de um membro do bando, eles estão apenas mostrando um pouco
de amor.
Pesquisadores do Centro de Ciências do lobo e da
Universidade de Medicina Veterinária de Viena, realizaram testes para
determinar se o uivo de um lobo é um grito involuntário causado por estresse ou
um resultado consciente da separação de um companheiro que é particularmente
importante, seja por classificação social dentro da matilha ou por afeição
genuína por um companheiro preferido.
Carinho - ou amor, se você é um romântico - claramente
venceu.
"Nossos resultados sugerem que a relação social pode
explicar mais sobre a variação que vemos no uivo que o estado emocional do
lobo", Friederike Range, autor principal de um estudo publicado na revista
Current Biology, disse no relatório.
Em outras palavras, os lobos uivaram mais quando eles tinham
uma relação especial com o membro ausente da matilha! (*-*). O grau de
ansiedade causada pela separação, tal como determinado por medições do hormônio
do estresse – cortisol - na saliva dos
lobos, teve praticamente nenhum efeito sobre o urro. Isso indica que era
amizade, não a ansiedade, que causou o tumulto. No entanto, um lobo com alta
posição social também ganhou uma vocalização robusta da matilha.
Nos últimos anos, cientistas de todo o mundo têm casos
documentados de emoções humanas em animais, incluindo empatia, generosidade e
amor, mas o estudo do lobo pode ser um pouco surpreendente, porque o ápice da
família canina tem um pouco de um problema de imagem. Eles deveriam odiar, e
não amar.
Se a ideia do lobo de “amor” é a mesma que a dos seres
humanos, isso ainda é um assunto muito debatido entre os cientistas, mas esta pesquisa é
baseada em anos de observação de duas matilhas de nove lobos. Os investigadores
disseram que estão confiantes de que quando dizem dois lobos sentem uma coisa
um para o outro, é, pelo menos, um caso sério de amor cachorro.
(Continua no link)
Por:Damy Caroline :)
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Comportamento animal
http://www.youtube.com/watch?v=NQIzuwAeARg
Por: Damy Caroline :)
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